Laser na Fisioterapia Melhora Desempenho Muscular

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Laserterapia de Baixa Potência Melhora o Desempenho Muscular

Laser de baixa potência aplicada em casos de fadiga muscular é uma nova área de pesquisa em laserterapia, com poucos estudos conduzidos, cujos parâmetros ideais de aplicação não são completamente conhecidos.

Na fadiga músculo esquelética geralmente ocorre diminuição de força, comprometimento do controle motor e dor muscular. Ela pode ser dividida em 2 componentes: um central e outro periférico.

Os fatores periféricos que afetam a produção de força durante a atividade muscular são: tipo do exercício e sua intensidade, assim como os grupos musculares que estão envolvidos nestes exercícios assim como o ambiente bioquímico e físico.

Analisando apenas pelo lado dos fatores periféricos, podemos concluir que a fadiga muscular é um processo complexo porque envolve biomecânica, fisiologia e até o estado mental do paciente.

Os fatores sexo e idade também são relevantes porque a habilidade de tração músculo esquelética para tolerar a fadiga está intrinsecamente ligada a eles.

Há vários tipos de fadiga muscular e a contribuição de cada um destes tipos para a diminuição geral no desempenho muscular depende do tipo de fibra muscular, da intensidade e da duração da atividade.

Por se tratar de uma nova área de pesquisa, são necessários vários estudos para verificar os efeitos da Laserterapia de Baixa Potência no retardo da fadiga muscular, bem como para definir uma “janela terapêutica” para a aplicação da Laserterapia de Baixa Potência com essa finalidade.

Neste estudo em questão, concluiu-se que o Laser de Baixa Potência, aplicado com os parâmetros utilizados neste estudo, melhora o desempenho do músculo tibial anterior, sem interferir no desenvolvimento da fadiga muscular.

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